
Muito se fala sobre o aumento da população idosa em todo o mundo, e a expectativa de vida tem aumentado muito nos últimos anos. No Brasil a população era considerada jovem, mas devido a algumas modificações, essa situação hoje é um pouco diferente. A população idosa ocupa mais de 20% do total da população, e pode-se dizer que em 2025 o Brasil será a sexta população mais idosa do mundo. Portanto, devemos abrir os olhos à realidade e começar a encarar o treinamento físico como obrigação diária e contínua em nossas vidas.
…o desempenho da força apresenta seu pico entre os 20 e 30 anos.
Em condições normais, o desempenho da força apresenta seu pico entre os 20 e 30 anos. Após esse período ela permanece relativamente estável ou diminui ligeiramente durante os 20 anos seguintes. Aos 60 anos ocorre uma diminuição mais brusca, sendo nas mulheres as quedas mais dramáticas (Hakkinen et al. apud Fleck e Kraemer 1999). A partir dos 70 anos, esta queda se torna ainda mais brusca.
Além da perda de força, a capacidade do músculo em exercer força rapidamente (potência) parece diminuir com a idade. Essa habilidade é vital e pode servir como um mecanismo protetor nas quedas, uma das causas mais importantes de lesões em idosos.
Tal potência não tem sido muito estudada nesse público, apesar de esta valência ser considerada mais importante que a própria força, devido à importância desta para o cumprimento das capacidades funcionais do dia a dia dos idosos.
Outro fator importante é a diminuição da massa óssea, caracterizada por uma baixa densidade e pela deterioração micro estrutural do tecido ósseo, a osteoporose. Ela tem se tornado fator primordial de pesquisas que tratam sobre as lesões ósseas em idosos.
Enfim, o envelhecimento é a redução gradual das capacidades de adaptação e de desempenho psicofísico do indivíduo. O exercício físico é consider ado hoje como uma das melhores maneiras de manter a qualidade de vida durante o processo de envelhecimento, exercendo influência favorável sobre a condição funcional do organismo e sobre sua capacidade de desempenho. Apesar de parecerem invisíveis, os resultados do treinamento de força nos idosos são inegáveis, proporcionando mais disposição, segurança e menores dores no corpo.
Assim sendo, é possível verificar que através do treinamento de força o idoso se torna mais independente para realizar tarefas. E, através dessa independência envelhecerá melhor, tanto física como mentalmente, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.
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